Nos anos de Lula cresceu a violência nas capitais. A morte se alastra nos hospitais públicos sucateados, enquanto os Planos Privados de Saúde cobram fortunas. A educação pública segue em frangalhos, o IBGE reconhece que as crianças paulistas da 4ª série não sabem ler nem escrever, e a gente sabe que a realidade é pior que isso. Por sua vez crescem como capim as escolas e universidades privadas. Os aposentados viram seus anos de trabalho aumentar e tem que contribuir novamente com a Previdência. O salário mínimo é de R$510 e com os juros da dívida se gastou 380 bilhões. A ONU destacou o Brasil no 3º lugar no índice de desigualdade, na frente só de Camarões, Haiti e Tailândia.Palocci ao lado de Dilma anuncia o que virá. Ele é conhecido como o economista dos juros nas nuvens, restrição de gastos em saúde e educação e elevadíssimo superávit primário, o homem de confiança do mercado financeiro. Lula se ofereceu para aplicar medidas impopulares até final de ano para poupar Dilma de choques com a população. Discutem novos cortes no orçamento 2011, contenção de despesas com serviços públicos, limitação de reajustes salariais, a volta do CPMF e uma nova Reforma da Previdência. Em 2003 houve grandes mobilizações contra a reforma da previdência de Lula, mas conseguiram aplicá-la. Hoje temos que seguir o exemplo dos franceses e sair às ruas para evitar um novo ataque aos trabalhadores e aposentados.
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